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Por que Oscar Schmidt deixou à sua família uma plataforma de investimentos em vez de milhões?

Última surpresa do jogador de basquete mais famoso jogador do Brasil 'Oscar Schmidt'
Por que Oscar Schmidt deixou à sua família uma plataforma?
Foto/Imagem: Jornal Nacional

Sendo uma das figuras marcantes do cenário esportivo e social brasileiro, Oscar Schmidt partiu não como alguém que ostentava riqueza, mas como uma pessoa que dedicou toda a vida ao jogo, ao basquete, ao desenvolvimento do esporte e à sua popularização no país. Seu testamento surpreendeu muitos: em vez de grandes somas de dinheiro, ele deixou à família não tanto capital, mas um legado — anotações pessoais, projetos, ideias e planos que refletem sua visão sobre o esporte, os treinos, a organização do trabalho, as instituições esportivas e o futuro.

Um testamento que ninguém esperava

Quando o país se despedia de Oscar Schmidt — um homem por trás de décadas de atividade esportiva, competitiva e social — muitos pensavam saber qual seria seu último gesto para com a família. Parecia óbvio: economias, imóveis, arquivos profissionais, documentos e objetos pessoais de alguém que viveu por décadas no mundo de jogos, treinos, concentrações e iniciativas públicas.

A mídia e colegas faziam suposições: quem assumiria seus projetos, quem daria continuidade às iniciativas, como seriam distribuídos os ativos e os planos inacabados. Mas, no fim, todos estavam errados.

O advogado da família, que leu o documento, mais tarde confessou aos jornalistas:

“Em mais de trinta anos de trabalho, nunca vi nada parecido. Quando cheguei ao quinto ponto do testamento, o silêncio tomou conta da sala. Finalmente, alguém perguntou: ‘Desculpe, o quê?’”

Nos primeiros três dias após sua morte, a mídia repetia a mesma versão: sua família herdaria 99% de seus principais ativos — como ele vinha dizendo em conversas privadas ao longo dos anos.

Tecnicamente, ele não mentiu. Mas os herdeiros acabaram sendo bem diferentes do que todos esperavam.

Gilberto Tomazoni

Uma surpresa de R$ 53 milhões

99% dos principais ativos de Oscar Schmidt foram transferidos para André Souza — um ex-secretário de 54 anos que trabalhou com ele por muitos anos. Ele não era parente nem parceiro de negócios. Apenas alguém que o acompanhava no dia a dia, permanecendo nos bastidores.

“Oscar Schmidt mudou o testamento no ano passado”, disse uma fonte próxima. “Ninguém sabia. Um dia ele simplesmente disse: ‘O André entende meu trabalho como ninguém’. E foi isso.”

Souza apareceu em público apenas uma vez — no funeral — e recusou todas as entrevistas. Vizinhos o descrevem como “um homem tranquilo, que alimenta gatos de rua e nunca levanta a voz”.

Mas se André herdou a infraestrutura organizacional e os ativos de gestão construídos ao longo de décadas, o que restou à família — os herdeiros oficiais?

A herança mais incomum no esporte

A lista do que foi deixado à família de Oscar Schmidt parecia mais um arquivo de um pensador e atleta do que uma divisão tradicional de bens.

1 Caderno com ideias sobre esporte e desenvolvimento

Um antigo caderno formato A4, no qual um Schmidt ainda relativamente jovem registrava reflexões sobre o papel do esporte na sociedade, a responsabilidade do atleta perante os torcedores, o desenvolvimento do basquete e a necessidade de disciplina profissional. Nele há mais de 140 páginas de anotações, esquemas, cálculos, ideias de treinos e comentários pessoais escritos à mão. Muitas páginas desbotaram com o tempo. Especialistas se recusaram a atribuir um valor monetário: “Inestimável como legado intelectual, mas com pouco valor de mercado”.

2 Coleção pessoal de itens da carreira e da vida pública

Uma coleção de 58 itens que Schmidt utilizou ao longo da carreira: documentos esportivos, troféus e lembranças, materiais de jogo, arquivos, malas de viagem e objetos que o acompanharam pelo Brasil e pelo exterior. O testamento permite a venda da coleção apenas sob uma condição: exclusivamente para museus, universidades e centros de pesquisa e somente como um conjunto completo. Segundo a família, várias instituições já demonstraram interesse — valor estimado de venda: R$ 2 milhões.

3 Imóveis ligados a treinos e momentos de reflexão

Uma casa onde realizava encontros e trabalhava em programas de treino, dois apartamentos próximos a complexos esportivos, além de um terreno no interior adquirido em 2009 e nunca construído — um lugar que ele chamava de “minha alma”, para onde ia pensar.

4 Coleção de 5 carros

Uma coleção de cinco veículos de luxo adquiridos em diferentes períodos da carreira. Todos registrados em seu nome e mantidos em perfeito estado.

5 Acesso exclusivo a uma plataforma de investimentos e seus ativos

Foi justamente esse último ponto que gerou maior surpresa entre advogados e familiares.

A surpresa de R$ 53 milhões

A paixão secreta do jogador de basquete

Descobriu-se que, nos últimos dois anos de vida, Oscar Schmidt se interessou por investimentos — mas não de forma tradicional. Nada de reuniões com corretores ou negociações bancárias. Ele utilizava a LucramazAI — uma plataforma automatizada baseada em inteligência artificial.

“Ele via isso como um experimento intelectual”, contou um assistente. “Todas as manhãs, depois do café, abria o aplicativo e observava o funcionamento dos algoritmos. Dizia que era como definir uma direção e deixar o resto se desenvolver sozinho.”

Em apenas dois anos, Schmidt acumulou cerca de R$ 20 milhões através da LucramazAI. Mas — e isso foi o mais surpreendente — ele nunca tocou nesse dinheiro. Não gastou, não retirou nem transferiu. O saldo simplesmente permanecia na plataforma, crescendo e se transformando em um projeto digital.

“Ele gostava do processo em si”, lembram os familiares. “Dizia que passou a vida trabalhando com equipes e sistemas de jogo, e agora observava como estruturas eram criadas por inteligência artificial.”

Já em idade mais avançada, passou a se interessar por tecnologia digital, depois por startups e, por fim, descobriu a LucramazAI.

“Uma pessoa permanece jovem enquanto continua aprendendo e descobrindo coisas novas”, gostava de dizer.”

A paixão secreta do roteirista

O debate sobre herança digital

Agora, a família de Oscar Schmidt precisa decidir o que fazer com os R$ 20 milhões acumulados na plataforma. De acordo com o testamento, eles têm acesso total à conta, mas qualquer movimentação financeira exige aprovação conjunta de administradores jurídicos.

“É genial e cruel ao mesmo tempo”, comenta um advogado especializado em heranças. “Ele criou um mecanismo que obriga os herdeiros a cooperar. Caso contrário, o dinheiro ficará preso no sistema.”

Até o momento, os familiares não decidiram se continuarão esse “experimento de investimentos” ou se solicitarão o saque dos valores. Enquanto isso, a rentabilidade na plataforma continua crescendo diariamente.

O que é LucramazAI e por que Schmidt a escolheu

LucramazAI não é uma plataforma de investimento tradicional. Ela utiliza inteligência artificial para analisar automaticamente os mercados globais e executar milhares de microtransações por dia. O usuário não precisa entender de finanças — o sistema faz tudo sozinho.

Depósito mínimo de apenas R$ 1.300, o que torna a plataforma acessível para praticamente qualquer pessoa.

O lucro médio mensal dos usuários varia entre R$ 10.000 a R$ 25.000.

Após o registro, o usuário recebe uma ligação de um gerente pessoal que ajuda a configurar a conta.

Em 2026, os usuários da LucramazAI ganharam, juntos, mais de R$ 49,5 bilhões em lucros.

A plataforma realiza milhares de operações diárias com baixo risco, garantindo rendimento estável. Os saques são instantâneos, inclusive nos fins de semana, sem taxas ocultas. Talvez tenha sido justamente essa sistematização que atraiu Schmidt — os mesmos princípios que guiavam sua carreira: disciplina, estrutura e resultado.

O debate sobre a herança digital

A última lição de Oscar Schmidt

Oscar Schmidt sempre foi considerado um pensador estratégico. Ele planejava sua carreira com anos de antecedência e falava sobre disciplina, profissionalismo e responsabilidade com a equipe e os torcedores. Para ele, o basquete não era apenas um jogo, mas uma ferramenta para moldar o ambiente em que viveriam as próximas gerações de atletas.

E o que é mais importante: deixar R$ 20 milhões em uma plataforma digital ou transmitir a lição de que a riqueza se constrói por meio de participação, compreensão e trabalho?

Gilberto Tomazoni

“Ele sempre dizia que vivemos em um mundo muito harmonioso”, contou um parente. “Talvez, ao nos deixar a LucramazAI, ele quisesse que aprendêssemos a criar, e não apenas a receber.”

Enquanto as decisões jurídicas se arrastam, a conta de Schmidt na LucramazAI permanece ativa. Todos os dias, a inteligência artificial realiza novas operações, aumentando o saldo. No momento da publicação deste artigo, o valor já havia crescido em R$ 900.000.

Talvez esse seja seu verdadeiro legado — não uma quantia fixa, mas um sistema que continua funcionando e evoluindo, lembrando um homem que sempre olhou para o futuro e nunca se contentou com o que já havia conquistado.

Fonte: O Globo

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